Conheça o Max EPR: o economizador de combustível

Equipamento desenvolvido em Uberlândia garante até 20% de economia e ainda aumenta a potência do carro

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17 de out. de 2014

Max EPR: o economizador de combustível que funciona!

Equipamento desenvolvido por empresa uberlandense garante até 20% a menos de consumo e foi testado pela Garagem do Calfat
Fotos: Marcelo Calfat

Já imaginou ganhar 0.3 de potência no veículo e ainda economizar até 20% de combustível? Além de contribuir com o meio-ambiente, reduzindo a emissão de gases poluentes? Isso pode até parecer fora da realidade, mas é algo testado e comprovado com o uso de um equipamento chamado Max EPR, instalado sob o capô do carro. 

A ferramenta, desenvolvida há três anos pela empresa uberlandense Timol Produtos Magnéticos, é um sistema que melhora a qualidade do combustível usado no veículo – tanto gasolina, quanto etanol. Ele funciona da seguinte forma: por meio de magnetismo, o aparelho controla a pressão do combustível para que ele seja queimado 100% na câmara de detonação (normalmente o combustível não é totalmente queimado no motor, gerando uma borra que suja os bicos injetores, podendo causar problemas como perda de potência, por exemplo). 

A gasolina ou o etanol passam pela mangueira de combustível e, “no meio do caminho”, encontram o Max EPR, que por meio de imãs orientados amplia o poder de combustão, aumentando a potência, reduzindo o consumo e permitindo a liberação de menos poluentes.


O Max EPR pode ser instalado em um vasto leque de veículos com injeção eletrônica com sistema multi-point, com motores 1.0 a 2.0 16 válvulas – salvo algumas exceções. Estou falando grego? Bom, essa linguagem é um pouco técnica mesmo e precisa ser detalhada para entendermos o funcionamento do aparelho. A seguir irei explicar de forma simples o teste que fizemos.


Testamos: economia de 17% no Gol 1.0 ano 2014


A convite da desenvolvedora do Max EPR, tive a oportunidade de testar o equipamento junto de Gilvan de Araújo Júnior, técnico em mecânica da Timol, que é um dos desenvolvedores e uma das pessoas que mais entendem do equipamento no Brasil. Para comprovar que não haveria qualquer tipo de vício no veículo, foi alugado um Gol 1.0 ano 2014 exclusivo para o teste. Nele foi instalado um tanque de acrílico transparente no porta-malas, para que pudéssemos visualizar o consumo de combustível no início e no final do percurso.


O teste foi feito na BR-050, na saída de Uberlândia para Uberaba, a partir de um posto de combustíveis, em um trajeto com 30 quilômetros de extensão. A primeira volta foi feita de forma “original”, sem o Max EPR instalado. O tanque de acrílico foi abastecido com uma quantidade aleatória de gasolina (o que importava no teste era quanto o veículo consumiria deste combustível ao final da volta).

Seguimos pela rodovia a uma velocidade média de 100 quilômetros por hora. Em dois trechos de subida um pouco mais inclinada, o pé no acelerador foi mantido pisando fundo, em quinta marcha, e o velocímetro claramente baixou para 80 quilômetros por hora. Ao final da volta, iniciada e finalizada no posto, reabastecemos o tanque de acrílico e a bomba marcou 2,073 litros até uma marca previamente estabelecida.


A segunda volta foi feita com o Max EPR instalado. Logo na saída foi possível perceber um leve ganho de potência no carro, que passou a responder mais prontamente à aceleração. A velocidade média novamente foi de 100 quilômetros por hora, mas nas mesmas subidas o velocímetro caiu para 90 quilômetros por hora (10 quilômetros a mais do que na volta anterior). 

Fizemos exatamente o mesmo trajeto e voltamos para o posto. O tanque de acrílico foi reabastecido e a bomba, desta vez, marcou 1,769, uma economia comprovada de 17,1%.


Segundo o técnico em mecânica Gilvan Júnior, essa economia vai sendo ampliada gradativamente conforme o trajeto e em alguns casos a redução no consumo chegou aos 30%. Isso significa que: se você roda 300 quilômetros com um tanque de gasolina, passará a rodar 390 quilômetros com o mesmo tanque.


Como comprar?

O Max EPR é vendido em sistema de marketing multinível e custa cerca de R$ 800. Para comprá-lo é preciso procurar um distribuidor do equipamento ou então se tornar um revendedor. No site da empresa www.timol.com.br há mais informações. 

Vale ressaltar que este teste foi feito por minha livre e espontânea vontade e não houve qualquer tipo de incentivo financeiro à coluna Garagem do Calfat. É um aparelho criado em Uberlândia, vendido no país inteiro (hoje existem pelo menos 2 mil usuários, sendo inúmeros veículos de frota empresarial) e que realmente funciona.

Abaixo, confira uma galeria de fotos sobre o teste do equipamento.












Um abraço!
Marcelo Calfat

1 de jan. de 2014

Airbag e ABS são obrigatórios a partir de hoje

por Marcelo Calfat | Garagem do Calfat - 01/01/2014

Fala galera!

A partir de hoje todos os carros zero quilômetro produzidos no Brasil devem, necessariamente, sair de fábrica com freios ABS e airbag. O objetivo do Governo Federal, que estabeleceu a medida, é aumentar a segurança dos veículos. 
 Foto: Divulgação
Todos os veículos devem sair de fábrica com os equipamentos
Desde 2009 a determinação era prevista pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A partir de 2010, o percentual de veículos novos com estes itens foi aumentando gradativamente, até alcançar os 100% em 2014. 

No mês passado, foi discutida a possibilidade de adiar a obrigatoriedade. Mas, após várias reuniões, ficou firmado o compromisso das montadoras. 
 Foto: Divulgação
Preço de veículos populares deve subir de 4% a 8%
Agora, se por um lado o motorista e passageiro terá mais segurança, por outro o proprietário do veículo terá que gastar mais para ter estes equipamentos. A estimativa é que os veículos novos tenham aumento de preço de 4% a 8% - um carro básico, como um Fiat Uno, de R$ 29,8 mil, por exemplo, passaria a custar R$ 32,1 mil).

Bom, os carros no Brasil já são caríssimos. Alguns, fora da realidade de mercado. Pelo menos agora eles vão ficar um pouco mais seguros. Não é mesmo?

Um abraço e até o próximo post!

17 de dez. de 2013

Airbag e ABS serão obrigatórios em 2014

Fala galera!

A partir de 2014 todos os veículos novos comercializados no Brasil deverão, obrigatoriamente, trazer de série freios ABS e airbag (até que enfim!). A definição foi acertada em reunião nesta terça-feira (17), em Brasília, entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e representantes do setor automobilístico.
Foto: Divulgação
Linhas de produção automotiva tiveram 5 anos para se adaptarem



Havia uma dúvida de quando entrariam em vigor as resoluções 311 e 312 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Ambas foram aprovadas em 2009 e deveriam começar a valer no ano que vem, mesmo. 

Só que o setor automobilístico pedia mais tempo para se adaptar e o governo se preocupava com o preço dos carros, que deve ter aumento de 4% a 8% - um carro básico, como um Fiat Uno, de R$ 29,8 mil, por exemplo, passaria a custar R$ 32,1 mil).

A mudança na legislação começou a ser cumprida a partir de 2010, quando a quantidade de veículos novos com ABS e airbag de fábrica foi aumentando ano a ano. Este ano, o percentual obrigatório é de 60% dos veículos. Depois da reunião, ficou determinado que o prazo final é realmente 2014.

Mais segurança

Quem já dirigiu um carro com freios ABS sabe da diferença quase "brutal" para um que não tem a tecnologia. Isso porque é o ABS que evita o travamento das rodas em caso de frenagem brusca. Isso significa que se você estiver dirigindo e algo acontecer repentinamente  você está mais seguro.
Foto: Divulgação
Algumas situações podem exigir frenagem brusca ao dirigir; com ABS fica mais seguro


E são várias as situações que podem acontecer. Eu falo por experiência própria: um cachorro aparece do nada passa na frente do carro na rodovia, uma pessoa atravessa a rua correndo ou ainda o trânsito está parado e você tem que reduzir a velocidade bruscamente. 

Com o ABS, o carro vai diminuindo a velocidade gradativamente, até parar. Sob sol ou chuva, independe.

Falando do airbag, que deverá ser duplo e frontal, a segurança é ampliada. Embora seja obrigatório, o uso do cinto de segurança não protege totalmente o motorista e os passageiros. O "saco de ar", na tradução ao pé da letra, potencializa a segurança. 

Em caso de acidente, airbag aumenta a segurança para motorista e passageiro



Já estava mais do que na hora de aumentar, pelo menos um pouco, a segurança dos veículos vendidos no Brasil. 

E você? O que achou da determinação? Será que é preciso melhorar ainda mais os nossos carros?

Um abraço e até o próximo post!

13 de dez. de 2013

O que são “carros verdes”?

Fala galera!

Você sabe o que são “carros verdes”? O tema é objetivo: são veículos que não poluem o meio-ambiente. Mas, mesmo "direto", o assunto não é tão simples assim. Alguns modelos já estão em alta na Europa, como o Tesla Model S. Mas aqui no Brasil o carro nem é tão conhecido.

Tesla Model S é considerado a "menina dos olhos" da indústria automobilística


Por isso, nada melhor que um profissional extremamente especializado no assunto para traduzir para a gente este tipo de tecnologia e detalhar todos os aspectos do que promete ser o futuro, ou até mesmo o presente, da indústria automobilística mundial.

Quem escreveu o texto abaixo, exclusivo para a Garagem do Calfat, foi o economista Lourenço Diniz Faria, pesquisador em Copenhague, na Dinamarca. 

E aí? Preparado? Então aventure-se na leitura abaixo! O texto é grande, mas bem completo. Eu recomendo.


O que são carros verdes?
por Lourenço Faria, economista*



Eu aposto que você já ouviu falar, em algum momento, do termo “carro verde”, não devido à cor do veículo, mas sim pelo potencial em reduzir seu impacto sobre o meio ambiente. 

É fato, o automóvel possui uma pegada ambiental enorme, desde a fabricação dos materiais utilizados (como o aço, o plástico e o alumínio) até a sua utilização. A indústria automobilística se encontra numa encruzilhada bastante complexa em busca da redução dessa pegada ambiental, embora essa transição seja necessária. 

É difícil definir o que seria um “carro verde” porque essa noção muda com o tempo. Se nós considerarmos um carro verde como aquele que tem uma pegada ambiental menor do que seus concorrentes diretos, provavelmente todo carro moderno pode ser chamado de verde em relação aos seus “antepassados” beberrões das décadas de 1960 e 1970.

O que se convencionou chamar de carro verde atualmente engloba dois tipos distintos de automóveis. Em primeiro lugar, os carros com tecnologias de propulsão alternativas (elétrico, híbrido, movido à hidrogênio, energia solar etc.). É o caso do Toyota Prius, Tesla Model S, Nissan Leaf, Chevrolet Volt.


Veículo sendo "abastecido" na Dinamarca


Em segundo lugar, os carros “convencionais” que possuem algum grande diferencial que reduz consideravelmente seu consumo e/ou melhora sua eficiência. É o caso, por exemplo, dos carros de passeio à diesel atualmente vendidos na Europa, ou daqueles que utilizam tecnologias complementares como sistema stop-and-go, downsizing, design aerodinâmico, pneus de baixa resistência ao atrito com o solo, comando de válvulas variável, entre muitas outras.

O segundo grupo tem se tornado cada vez mais a regra, de forma que muitos não mais consideram essas tecnologias como “verdes”. Além disso, essas tecnologias têm um limite de redução do impacto ambiental e aumento da eficiência, já que os motores à combustão interna convencionais sempre vão emitir algum poluente e sempre vão transformar parte da energia do combustível em calor. 

De fato, hoje o que os especialistas chamam de “verdes” são as tecnologias alternativas ao motor à combustão interna convencional, ou o primeiro grupo que citei. Ainda existe muito preconceito quanto a esses veículos, que ainda são vistos como carros pra gente rica e excêntrica que se preocupa com o meio ambiente, ou para aqueles “ecochatos”. 

Mas de fato, apesar do preço elevado, eles oferecem muitas vantagens em relação aos outros veículos. A começar pelo custo por quilômetro rodado, passando pelo torque disponível mesmo em baixas rotações, estabilidade, etc.


Nissan Leaf é o segundo carro de passeio mais vendido na Noruega


E a autonomia tem se tornado cada vez menos um problema, à medida em que o preço das baterias vem diminuindo e as pessoas vêm utilizando meios de transporte alternativos para se deslocarem em grandes distâncias.

O resultado disso é que o mercado de carros “verdes” vem crescendo ano após ano. Na Noruega, o elétrico Nissan Leaf já é o segundo automóvel de passeio mais vendido, atrás apenas do Volkswagen Golf!

O Tesla Model S vem sendo tratado como o “iPhone” dos carros, tanto pelas suas vantagens em termo de desempenho (foi considerado o carro do ano pelas revistas Motor Trends, Automobile Magazine e Yahoo Autos, e o melhor carro já testado pela Consumer Reports), mas também por sua aura como carro “cool” (os CEOs das empresas de TI do Vale do Silício o adoram), o que contrasta com a visão tradicional que nós temos desses carros.

Aqui na Dinamarca já é comum ver carros elétricos e híbridos rodando, assim como pontos de recarga espalhados pela cidade. Entretanto, mais uma vez o Brasil passa longe da tendência mundial. 


Chevrolet Volt é um dos modelos cobiçados no universo dos "verdes"


Enquanto outros países em desenvolvimento, como China e Índia, têm programas de desenvolvimento de veículos elétricos e  híbridos, e subsídios para a compra de veículos verdes, o país ainda assiste uma total falta de compromisso do Estado e das montadoras em introduzir esses veículos por aqui.

Mesmo países pequenos e com pouca tradição no mercado automotivo, como a Sérvia, vêm arriscando entrar nesse negócio com novas montadoras e fornecedores de componentes.

É uma pena, pois essa poderia ser uma grande oportunidade para a construção de uma indústria genuinamente nacional em torno desses veículos e seus componentes. A Tesla, por exemplo, começou suas atividades há cerca de 4 anos, sem nenhuma experiência nesse mercado, e hoje o valor de mercado da empresa já é equivalente a cerca de um quarto do valor da gigante Fiat/Chrysler.

Mas, é claro, coisas como essas não acontecerão enquanto as grandes montadoras continuarem ditando o que pode e o que não pode ser feito por aí.

*Economista pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), mestre em Economia Aplicada pela Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e, atualmente, faz PhD na Technical University of Denmark, pesquisando a dinâmica das inovações ambientais no setor automotivo. Além disso, é membro da Gerpisa, um grupo internacional de estudos no setor automotivo.

24 de out. de 2013

Linha Hyundai HB20 terá central multimídia

Fala galera!



Para não ficar atrás de concorrentes como o Chevrolet Onix, por exemplo, a linha Hyundai HB20 agora vai ganhar uma central multimídia. O equipamento traz de série GPS 3D, MP3 player, Bluetooth com streaming de áudio e tela de 7 polegadas sensível ao toque. Além disso, terá opção para visualizar fotos digitais e ainda rádio AM e FM e entradas auxiliar e USB.


Equipamento vai trazer GPS 3D, MP3 player e Bluetooth com streaming de áudio



O custo será de  R$ 2.495, anunciado pela montadora nesta quarta-feira (23). De fábrica, apenas a versão top de linha, Premium, vai receber a tecnologia. O interessante é que não é apenas o HB20, propriamente dito, que terá a central, mas os modelos da linha: HB20, HB20S e HB20X.


Linha Premium terá equipamento de fábrica

Bacana, não? Certamente o equipamento vai deixar a linha HB20 muito mais interessante. Bom, principalmente, para quem vai dirigir, não é mesmo?


Um abraço e até o próximo post!

13 de set. de 2013

Fabricante sul-coreana lança pneu que roda sem ar

Fala galera!

Uma das grandes dores de cabeça dos motoristas é quando precisam trocar o pneu do carro. Seja por furos, rodas amassadas ou simplesmente porque a calibragem baixou. 

Quem já passou por essa experiência chata sabe bem do que estou falando. Lá se vão alguns bons minutos perdido, atraso no trabalho ou em compromissos e ainda toda aquela sujeira que fica nas mãos.

Trocar pneu é uma das tarefas consideradas mais "chatas" pelos motoristas

Agora, olha que ideia bacana! A Hankook, fabricante de pneus da Coreia do Sul, anunciou um produto que deve revolucionar a forma de rodar com o carro por aí. Trata-se de um "pneu sem ar".

Isso mesmo! Um conceito inovador de pneu que não precisa ser calibrado. Além disso, o produto agrega a roda junto!

Produto traz roda e pneu "embutidos" e não precisa ser calibrado com ar

A fabricante sul-coreana apresentou o "i-Flex concept", como foi chamado, no Salão do Automóvel de Frankfurt, na Alemanha. 

O material é feito com sintéticos de poliuretano. Além de não ter que gastar tempo em um posto de combustível para calibrar o pneu, o motorista ganha outro benefício com o i-Flex: o aumento da segurança ao dirigir, já que não há risco do pneu baixar a calibragem e, muito menos, furar!

Preços do novo pneu ainda não foram divulgados

No evento automotivo, o i-Flex será exibido em um Volkswagen Up!. Os tamanhos são: 59 cm de diâmetro, 15,5 cm de largura e roda "embutida" de 14 polegadas. 

Tá certo que o pneu não é lá muito bonito. Mas, é bem pensado, não?

Michelin Tweel 

Quem observa o Hankook i-Flex, pode até pensar que a ideia de lançar um pneu que não fure e não precise ser calibrado surgiu mesmo na Coreia do Sul. Mas o conceito não é original. Em 2005, a Michelin lançou no mercado o "Tweel", um produto que combinava pneu (tire) e roda (wheel).

O centro era sólido e montado no eixo. Já os raios eram de poliuretano, dispostos em um padrão de cunha. Uma banda é estirada ao longo dos raios da roda, formando a borda externa do pneu, que é a parte que entra em contato com o solo.

Michelin lançou no mercado um pneu semelhante, também sem ar, em 2005

A tensão da banda sobre os raios e a resistência dos próprios raios substituem a pressão de ar de um pneu convencional. A banda de rodagem é, então, adicionada à banda de interrupção.

O Tweel se parece com uma roda de bicicleta bem grande e futurista. A proposta se assemelha, e muito, com o i-Flex. Mas não é comum ver carros rodando com o Tweel por aí. Sinal de que a ideia não deu muito certo.

E agora, será que o i-Flex emplaca no mercado?

Um abraço e até o próximo post!

27 de jul. de 2013

Peugeot 208 agora tem configuração Active Pack

Fala galera!

Olha que bacana! O Peugeot 208, lançado em março no Brasil para substituir o "irmão" 207, agora terá uma nova configuração. A versão, denominada "Active Pack", é um plus da Active, que já traz direção elétrica, ar-condicionado, computador de bordo, travas e vidros dianteiros elétricos, chave-canivete, airbags frontais e freios com ABS (antitravamento) e REF (repartição de força da frenagem). 

Versão está disponível por R$ 42.990

Além disso, agora o motorista terá volante multifuncional com revestimento em couro, central multimídia com GPS, entradas auxiliar e para iPod e Bluetooth. E ainda retrovisores externos com ajuste elétrico. Há também faróis de neblina e as calotas são substituídas por rodas de liga leve de 15 polegadas. Deve, em relação à outra versão, Allure, apenas teto-solar panorâmico.


Painel é estilizado e traz volante multifuncional revestido em couro

Só que pra levar tudo isso pra garagem o brasileiro terá que desembolsar R$ 42.990 e vai levar "de brinde" um motor 1.5, de até 93 cavalos, acoplado ao câmbio manual.

Rodas de liga leve de 15 polegadas substituem calotas e dão visual mais esportivo ao carro


O carro é bacana! Não só essa versão, mas todas do 208 têm um visual bem mais bonito que o 207. É um carro mais completo e, agora, com mais opcionais. Tem tudo para continuar brigando forte no mercado, só o preço que aperta um pouco. 

Mas, vale lembrar que é o que o segmento está cobrando hoje no Brasil, né? Abaixo, conheça um pouco mais cada variedade do modelo.

Versões Peugeot 208
Active (R$ 39.990)
Allure (R$ 45.990)
Griffe (R$ 50.690)
Griffe automático (R$ 54.690)

22 de jul. de 2013

Nova geração do Honda Fit foi inspirada em smartphones

Fala galera!

Depois de fazer algumas pequenas adaptações no Fit, com a versão Twist (que trazia um visual mais cross do modelo), a Honda finalmente revelou que a terceira geração do modelo deve chegar ao Brasil! A previsão? Primeiro semestre de 2014. 

Já estava na hora, né? Afinal, a segunda geração já rodava por aqui desde 2009. E não era tão diferente assim da primeira. O lançamento mundial será ainda este ano, em novembro, no Salão do Automóvel de Tóquio, no Japão. 

Modelo terá versões híbrida e com motor a combustível 

Bom, vamos ao que interessa. 

Logo de cara se percebe que o Honda Fit está bem diferente. O visual traz as linhas da atual linguagem da marca. O padrão é o mesmo já usado no CR-V. A montadora faz um paralelo, também, dizendo que a inspiração dos novos traços veio dos smartphones, que traduzem conectividade, presente no lançamento da marca. 


Para quem costuma levar mais de duas pessoas no carro, uma boa notícia! O Fit tem mais espaço interno, principalmente nos bancos de trás. Bacana para quem for de carona, que não vai precisar "espremer" o motorista ou fazer contorcionismo para caber. Acredite, é comum isso em carros como o Citroën C3, por exemplo. Além disso, o Fit ainda tem acabamento interno melhorado, se comparado à segunda geração. 


Novo Fit começará a ser produzido na fábrica de Sumaré (SP) no primeiro semestre de 2014

A Honda revelou algumas informações básicas para a nova versão do carro, mas não especificou exatamente quais características o consumidor vai poder encontrar nas concessionárias do Brasil. 

Bom, vamos lá.  No Japão, o modelo de entrada é equipado com motor 1.3 de 100 cv e 13,7 mkgf de torque, com câmbio CVT. Já a versão intermediária traz o motor 1.5 i-VTEC de 132 cv e transmissão manual de seis velocidades.

E pensando na preservação ambiental, a montadora também forneceu informações de uma versão híbrida do Fit, que traz um motor 1.5, de quatro cilindros e outro elétrico. Juntos eles desenvolvem 132 cv a 6.000 rpm e 17,3 mkgf de torque a 5.00 rpm. O câmbio é automático de dupla embreagem e sete marchas. De acordo com a marca, o rendimento será de 36 km/l. Aham, tá!


Acabamento do interior é melhor, se comparado à segunda geração do modelo

O preço deve girar em torno dos R$ 50 mil, nada muito acima do que já é praticado hoje. E o modelo será fabricado no Brasil, na unidade de Sumaré (SP), com previsão de início de produção ainda no primeiro semestre de 2014.

Carro bacana, novos traços, com linhas modernas e que mudam o jeitão do Fit brasileiro. Agora é esperar para saber se as informações "previstas" serão confirmadas quando o carro começar a ser produzido, vendido e rodar por aqui.